Nasci, vou crescer. E agora?

Após o nascimento? Começa-se do início.

Quando nascemos, naturalmente existem alguns efeitos que se manifestam na nossa vida. Adquirimos alguns Direitos, não só para connosco, mas também para com a nossa família e/ou sociedade, que importam em muito ter o conhecimento delas. Como está claro, não temos só Direitos, mas também temos a obrigação de retribuir de certo modo (ou pelo menos deveríamos ter essa obrigação!). Afinal, que adquirimos nós ao nascer? De uma forma muito simples, personalidade jurídica e capacidade jurídica. Mas em que se traduz isso? Bom, a personalidade jurídica, está prevista no art.º 66 do Código Civil, em que esta é a susceptibilidade de ser titular de direitos e deveres, que são reconhecidos a qualquer pessoa, a capacidade jurídica, está prevista no art.º67 do Código Civil, pode ter duas formas, de gozo ou de exercício. Capacidade jurídica de gozo, é a medida de direitos que uma pessoa é susceptível, e de exercício, é a medida de direitos que uma pessoa, por si só e livremente, pode exercer. Por exemplo; um menor de idade, só tem ainda a capacidade de gozo, considerando que ele não pode por si só e livremente exercer os seus direitos, estando sempre sob a supervisão dos pais ou tutores. Naturalmente e pela lei da vida, estes cessam com a morte, art.º 68 do Código Civil. Ainda assim, será que acabará tudo com a morte?

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